terça-feira, 20 de maio de 2014

Passeio Bike Spirit (2014-05-18)

Neste domingo, 18 de Maio, quatro atletas decidiram fazer uns quilómetros valentes e ir dar uma volta junto à base da Ota... Trilhos tanto do agrado do nosso grupo... e havia até a hipótese de visitarmos a Basílica de Santa Quitéria de Meca, um objetivo do grupo ainda por concretizar...
Assim partimos direitos ao passeio ribeirinho de VFX e aos trilhos nossos conhecidos até Vila Nova da Rainha. Depois de uma ligeira paragem seguimos direitos à base da Ota e, depois de conferenciarmos, o grupo decidiu deixar Meca para outra altura e visitar a charneca de Ota... Onde nos esperavam extensas matas de eucaliptos, sobreiros e pinheiros mansos que cobrem um relevo suave, onde os outeiros escondem pequenos brejos, vestígios de uma outra ocupação desta extensa charneca. No sopé do Monte Redondo estende-se a barragem da Chã Alta e uma vasta planura onde o verde se perde no horizonte, transportando-nos por momentos para outros lugares. Bonito. 
Inclusive e como é nosso apanágio tivemos de experimentar a água e banhar um pouco os pneus das nossas meninas...  
Paragem depois na Ota e partimos de regresso para Alverca, mas... Logo no início um acidente entre dois membros causou alguma mossa nos mesmos. Logo ali dividiu-se o grupo, dois elementos regressaram por estrada e os outros dois aguardaram pela boleia que os levaria a casa. Ninguém fica sozinho nesta equipa!!!
Apesar deste contratempo final foi uma volta bem bonita e a repetir e quem sabe na próxima visitamos Meca pedindo a Santa Quitéria melhor sorte para que não aconteçam mais imprevistos...

Entre Vila Franca de Xira e a Castanheira do Ribatejo.

Belas paisagens!

Um quarteto muito animado!

Uma dança (quase) sincronizada!




5º passeio do AlvercaBike

No dia 11 de Maio vários atletas compareceram na volta organizada pelos vizinhos e amigos Alvercabike. Mais uma vez foi uma volta bem durinha e bem organizada pelos trilhos da nossa região. Com muitos single tracks e algumas subidas que serviram para dar uso ao rasto dos sapatos de btt lá aproveitámos a bela manhã. 
Primeiro houve direito a uma volta pelo interior de Alverca parecendo uma corrida tal a velocidade a que foi feito, mas depois entrámos pelos trilhos de Sobralinho, Alhandra, São João dos Montes e Cotovios, voltando pela SubSerra, Alhandra e Sobralinho, sempre com direito a belas paisagens e a um belo empeno. 
De realçar o pódio obtido pelo atleta APOGMA Hugo Xavier nos 35Kms e uma ótima participação de todos os atletas, sem imprevistos, mesmo os que fizeram a volta em modo 'bike spirit' cujo unico objetivo era terminar... Prova superada. 
Agradecemos mais uma vez esta oportunidade ao team Alvercabike que continua a manter a fasquia da organização muito alta e sempre a surpreender pela dureza e pelos percursos sempre diferentes.

O início com o pelotão ainda compacto.

E começam os single tracks.

Muita sobe e desce...

Cuidado com a travagem!

Parabéns, Hugo, pelo brilhante 3º lugar!

terça-feira, 6 de maio de 2014

9ª Rota do Falcão (Vila Chã de Ourique)

Eram 7h00 da manhã do dia 4 do corrente quando uns 4 + 1 magnificos (mas modestos  ) BTTistas, se encontraram à porta da Apogma e partiram em direção a Vila Chã de Ourique, para desafiarem os 42 km da 9ª Rota do Falcão. 
Uma vez chegados, os tais 4 + 1 magnificos BTTistas, que acodem pelo nome de Balhau, Jesus, Bento, Valério + Quelhas, receberam a companhia de mais um magnifico: O Fernandes. 
Às 9h00 soou o sinal de partida e os cerca de 150 inscritos, em passo muito acelerado (média 30 km/h) lá se fizeram aos 42 km de bons trilhos, muito rolantes e ladeados por magníficas paisagens. Sendo uma prova maioritariamente composta por single-tracks, muito verdejantes e com piso regular, não inviabilizou que um magnifico BTTista, não fosse ele alentejano, em determinado momento e local, se "deitasse" à sombra de um chaparro. "Tão depressa se deitou como se levantou", creio que foi esta a expressão usada pela sua própria sombra............................., tal foi a ligeireza  
Fruto dos inúmeros single-tracks, uns algo técnicos, alguns BTTistas viram-se confrontados com acrescidas dificuldades para imporem o seu andamento, não pelos 300 metros de altimetria da prova mas, porque as ultrapassagens estavam muito dificultadas. 
A edição deste ano da Rota do Falcão foi um autêntico best seller para quem priviligia uma prestação sem esforços acrescidos e gosta de desfrutar de verdes planícies. 
No final, um retemperante banho para moderar os escaldantes 30 º de temperatura que se fizeram sentir. Ah, houve também quem almoçasse e não deixasse os seus créditos por mãos alheias..... :)

A foto dos "magnificos BTTistas" :)

Antes da partida

À chegada a Vila Chã de Ourique, uma ultrapassagem a um veículo mais lento...

Isso bem lavadinho, sr. Valério!

O almoço e o convívio.

No final os cafés servidos pelo Ex.mo Presidente!

domingo, 4 de maio de 2014

Volta até ao Camarnal

O nosso quarteto fez-se aos trilhos neste último domingo, às 8h em ponto, enquanto alguns elementos da nossa equipa se deslocaram a Vila Chã de Ourique para disputar mais uma prova, representando as cores do BTT Apogma.
Os 4 BTTistas cedo escolheram os trilhos que levariam ao Camarnal, de modo a poderem rolar em ritmo elevado, uma vez que queríamos estar de regresso a Alverca ao final da manhã. 
Ainda vimos alguma lama e água, mas desta vez ninguém riscou os cromados a mandar-se para o chão. Também não paramos em nenhuma localidade para repormos os níveis de líquidos e do colesterol.
Esperemos que para a semana alguma da rotina, que nos tornou famosos, volte à equipa… J

Na ida junto à estação da Castanheira

Sempre com boa disposição...

Querem lama? Tomem lá!!!!

Foto no Camarnal...

...E foto em Alhandra!

terça-feira, 29 de abril de 2014

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Marinhais > Badajoz – Dia 3 – De Estremoz até Badajoz (25-04-2014)

Saída de Estremoz, às 9h, com destino à ecovia do costume para chegarmos calmamente a Elvas. Pelo meio passagem por algumas bonitas aldeias alentejanas e pelas sempre presentes planícies cheias de animais típicos da região. Foi durante esta manhã que percorremos a vegetação mais densa de todo o caminho. Julgamos que passamos por trilhos que não foram utilizados durante vários meses tal era o tamanho da vegetação. O que nos sempre acompanhou foi o constante sobe e desce…
Depois destas dificuldades, lá acabamos por avistar as muralhas de Elvas o que naturalmente levantou o moral do grupo. Após várias fotos e hesitações acabamos a almoçar num núcleo de um afamado clube de futebol do nosso país, para frustração de um nos nossos elementos, admirador confesso de um clube rival.
Após o almoço, mais substancial que os almoços dos dias anteriores, lá partimos nós para a fase final da aventura. Mal sabíamos que a parte mais técnica estava ali mesmo perto da fronteira. Apanhamos com mais lama e água que nos dois dias anteriores. O que acabou por provocar muitas dificuldades para seguir viagem. Um dos membros da equipa até tentou fazer parte do caminho dentro de uma vala, mas sem sucesso…. J
Depois de “rasparmos” a maior parte da lama das nossas meninas, lá avistamos o rio Caia e a tão aguardada tabuleta a dizer "ESPANHA".
Entramos no país vizinho pelas boas ciclovias Espanholas em direção ao centro da cidade de Badajoz em busca dos caramelos perdidos. A caça foi dura e demorada, mas após 4 horas conseguimos regressar a casa com o afamado trofeu. J

Saída de Estremoz pela fresquinha…

É uma paisagem alentejana, não é o wallpaper do WIndows. J

No Alentejo sê alentejano...

E a chegada a Elvas!

Esta ecovia não tem lama nenhuma…

Isto até parece uma autoestrada…

Ainda bem que não sujamos muito as bicicletas...

O rio Caia em baixo e Espanha ali à frente.

As ciclovias Espanholas são um espetáculo!

Uma foto em Badajoz com os quatro “caramelos”.

Toca a provar o “sumo de cevada” espanhol.

Obrigado Espanha, foi espetacular. Agora vamos para casa…

Marinhais > Badajoz – Dia 2 – De Mora até Estremoz (24-04-2014)

No segundo dia da nossa epopeia, saímos de Mora, depois das torradas ao pequeno almoço, às 9h com o sol envergonhado e consequentemente, com algum frio, mas com a motivação intacta.
Lá seguimos nós rumo ao Fluviário, onde nos esperava o deslumbrante Parque Ecológico do Gameiro. Este foi a parte preferida de alguns dos elementos do grupo, uma vez que as paisagens, a via em madeira e o single track entre vegetação, pedras, encostas e precipícios, tornou a passagem muito mais emocionante.
Depois vieram as subidas para Cabeção e as estradas e estradões desertas que nos acompanharam nesta aventura.
Um pouco mais à frente nova paragem obrigatória, desta vez na barragem do Maranhão, onde não resistimos a tirar mais algumas fotos antes de fazermos mais alguns kms pela ecovia até pararmos sob forte chuva, para almoçar na pitoresca aldeia de Almadafe, cujo proprietário nos deu alguns valiosos conselhos, de modo a tornar a viagem mais agradável.
Passamos pelas belas localidades de Casa Branca e do Cano e seguimos em direção ao nosso destino... a cidade de Estremoz. Aqui fomos surpreendidos por esta metrópole tão cosmopolita e animada, tão diferente da calmaria do dia, mas rapidamente tivemos de pensar onde iriamos pernoitar e deixar as bicicletas... O que acabou por ser numa sala no 2º andar e ainda tivemos de usar as escadas uma vez que o elevador é algo que não existe para aqueles lados…

Saída de Mora..

Vamos para uma das melhores paisagens de toda a aventura?

Mas que belo Parque Ecológico.

Não resistimos a mais uma foto de grupo

Dois “azeiteiros” e uma bicicleta espetacular. J

Isto será Marketing duvidoso???… J

Chegada a Estremoz!

Uma vez BTTista, sempre BTTista. J

Marinhais > Badajoz – Dia 1 – De Marinhais até Mora (23-04-2014)

Saída de Alverca às 7h30 de automóvel de três elementos da equipa que foram até Marinhais onde nos esperam as nossas bicicletas e o 4º elemento, o nosso anfitrião.
Depois de devidamente equipados para a chuva que se fazia sentir e de lubrificar bem as nossas meninas, lá saímos nos por volta das 9h30 rumo à aventura que se estenderia por três dias.
O nosso quarteto saiu animado, sob algumas gotas de águas que nos acompanharam na meia hora inicial do percurso. A primeira paragem aconteceu na pequena, mas bonita localidade chamada Aldeia do Peixe, onde aproveitamos para tirar umas fotos e comer algo ligeiro. De seguida passamos junto ao lindíssimo canal do Sorraia, onde o trilho acompanha durante alguns Kms o canal de rega, sempre rodeados de vegetação, o que fez com que o canto dos pássaros fosse a nossa banda sonora. Ao final da manhã, chegamos a Coruche, onde aproveitamos para almoçar umas bifanas, de forma a não perdermos muito tempo.
O resto da tarde foi passado a percorrer a ecovia ainda dentro do Ribatejo com muita areia e boa disposição. Ao final da tarde, chegamos ao Alentejo, onde rapidamente constatamos que as famosas planícies Alentejanas são feitas com muitas subidas e descidas, o que acabou por provocar alguma mossa no nosso grupo. 
Mas a boa noticia é que ao chegamos aos arredores de Mora o nosso “António Augusto” decidiu ir visitar um tio que nos recebeu com um entusiasmo e simpatia contagiantes. O que nos levou a descansar e a provar a boa gastronomia da zona, sempre bem regada a condizer.
Despedidas feitas, seguimos em ritmo moderado até ao centro de Mora onde iriamos passar a noite e jantar, dando assim por terminado o nosso primeiro dia desta grande aventura.

Os últimos preparativos antes da saída em Marinhais

A partida sob um ambiente húmido e patriótico

Primeira paragem na Aldeia do Peixe, com direito a foto

O canal do Sorraia dá sempre belas fotos

…Não é verdade?

Em Coruche, algumas dificuldades antes de conseguir almoçar…

Depois do almoço a disposição já era outra…

A meio da tarde as pontes pareciam muito confortáveis. 


“António Augusto”, o Rambo de Alverca. J

Lamaaaaaaaaa...

Uma visitinha aos tios do “António Augusto”, antes de entar em Mora.

No final do dia e do jantar, altura para escrever o relatório, à moda antiga.